Gente, que livro incrível. Como posso dizer? É talento demais. A história é sobre Lena Haloway, uma garota normal de Portland. É sobre um futuro distante, no qual o amor é considerado uma doença, e no qual foi criada uma cura obrigatória, e todos que completam 18 anos devem ser curados.
O livro é muito bem escrito e a leitura é arrebatadora. Uma vez que se começa a lê-lo, dificilmente você para. Lena não é muito intensa - pelo menos não no começo. Ela quer uma vida tranquila - uma vida após a cura -, que ela obviamente pode obter. No entanto, Lena tem um passado complicado - sua mãe, Annabel, foi infectada pelo amor- o deliria - e nenhuma de suas muitas curas funcionou. E então ela se matou - e algumas de suas últimas palavras foram aquelas que tanto marcaram Lena - eu amo você.
Lena, crescida e vivendo com a tia, também tem uma melhor amiga, a Hana. Hana é o oposto de Lena - mais bonita, chama a atenção, e aventureira. A pouco tempo de sua avaliação - o processo por qual as pessoas tem que passar para poderem ser emparelhadas com alguém - Hana coloca dúvidas na cabeça de Lena. Ela própria acha que o sistema rouba a liberdade de escolha das pessoas.
Na avaliação de Lena, porém, ela não acaba de ser avaliada - o "consultório" é invadido por vacas marcadas, simbolizando o amor. Claramente, foram os inválidos - pessoas que não deveriam existir, pessoas de fora da cerca que cerca Portland, pessoas não curadas. Nessa ocasião, Lena conhece Alex - um garoto misterioso que possui a marca dos curados. Lena, então, começa a vê-lo - e descobre que ele pode ser mais que apenas um curado.
O livro funcionou super bem para mim, o romance foi maravilhoso, e Lauren Oliver começou a construir uma relação comigo maravilhosa.
Sinopse:
Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?
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