quarta-feira, 2 de julho de 2014

Delirium, Lauren Oliver

Não sei se vocês sabem, mas eu realmente gosto da escritora Lauren Oliver. Mais do que gosto de Lauren Kate. Gostaria de começar com uma resenha de seu livro Delirium (Delírio), o primeiro da trilogia Delirium. (Pode conter spoilers.).
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Gente, que livro incrível. Como posso dizer? É talento demais. A história é sobre Lena Haloway, uma garota normal de Portland. É sobre um futuro distante, no qual o amor é considerado uma doença, e no qual foi criada uma cura obrigatória, e todos que completam 18 anos devem ser curados.
O livro é muito bem escrito e a leitura é arrebatadora. Uma vez que se começa a lê-lo, dificilmente você para. Lena não é muito intensa - pelo menos não no começo. Ela quer uma vida tranquila - uma vida após a cura -, que ela obviamente pode obter. No entanto, Lena tem um passado complicado - sua mãe, Annabel, foi infectada pelo amor- o deliria - e nenhuma de suas muitas curas funcionou. E então ela se matou - e algumas de suas últimas palavras foram aquelas que tanto marcaram Lena - eu amo você.
Lena, crescida e vivendo com a tia, também tem uma melhor amiga, a Hana. Hana é o oposto de Lena - mais bonita, chama a atenção, e aventureira. A pouco tempo de sua avaliação - o processo por qual as pessoas tem que passar para poderem ser emparelhadas com alguém -  Hana coloca dúvidas na cabeça de Lena. Ela própria acha que o sistema rouba a liberdade de escolha das pessoas.
Na avaliação de Lena, porém, ela não acaba de ser avaliada - o "consultório" é invadido por vacas marcadas, simbolizando o amor. Claramente, foram os inválidos - pessoas que não deveriam existir, pessoas de fora da cerca que cerca Portland, pessoas não curadas. Nessa ocasião, Lena conhece Alex - um garoto misterioso que possui a marca dos curados. Lena, então, começa a vê-lo - e descobre que ele pode ser mais que apenas um curado.
O livro funcionou super bem para mim, o romance foi maravilhoso, e Lauren Oliver começou a construir uma relação comigo maravilhosa.
Sinopse:
Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?




Outras obras da autora:







quarta-feira, 25 de junho de 2014

Oi, tudo bem?, etc e tal

Oi, meu nome é... Quem se importa com o meu nome? Ok, vamos começar de novo. O intuito deste blog é, primeiramente, receber (se tiver um mísero seguidor, ou pelo menos alguém ativo nas postagens) sugestões de livros para postar para vocês/você (e ler, e fazer resenha) estejam/esteja lendo agora. Primeiramente, vou postar resenhas (acredita que depois de centenas de livros lidos, nunca fiz uma resenha? Não me apedrejem...) dos livros já lidos por mim. Sim, irão conter spoilers. Não sei como fazer uma verdadeira resenha sem conter spoilers (estou avisando desde já.). Bom, aproveite. E que as livrarias perto da minha casa recebam logo Cidade do Fogo Celestial!

Tchau, espertos.